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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Philip Roth - O Complexo de Portnoy


A Cia das Letras lançou O Complexo de Portnoy de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

A narrativa de Alexander Portnoy, jovem advogado nova-iorquino, é uma longa confissão no divã do psicanalista. Como desde o início fica bem claro, Portnoy é dotado não apenas de uma inteligência privilegiada como também de uma capacidade ilimitada de encarar a si mesmo com realismo e ironia. Contudo, o narrador-protagonista é totalmente incapaz de se livrar da ligação paralisante com a mãe, identificada logo de saída como "o personagem mais inesquecível que conheci na minha vida". Portnoy discorre alternadamente sobre o passado - a infância de filhinho da mamãe, a adolescência dedicada acima de tudo à prática da masturbação e a tentativas frustradas de perder a virgindade - e sua vida atual - o relacionamento conflituoso com a amante bela porém semi-analfabeta, a separação e uma viagem a Israel que termina com a descoberta de que ele está impotente.
Quando lançada em 1969, a história de Portnoy, narrada com uma verve extraordinária num tom que oscila entre o hilariante e o patético, foi um grande sucesso de vendas e de crítica: o livro alcançou o primeiro lugar nas principais listas de best-sellers dos Estados Unidos, e um crítico da revista Time comparou-o às obras de Henry Miller. Mais de três décadas depois, o lugar de O complexo de Portnoy está mais do que garantido, na obra de Philip Roth - hoje considerado um dos principais ficcionistas vivos do idioma - e na literatura norte-americana.

"Roth é o escritor mais corajoso dos Estados Unidos. Moralmente e politicamente corajoso. E Portnoy faz parte dessa coragem." - Cynthia Ozick, Newsday

"Simplesmente uma das duas ou três obras de ficção mais engraçadas da literatura norte-americana." - Chicago Sun-Times

"Comovente, e ao mesmo tempo hilariante e lascivo. Roth tem um talento vibrante. É um dos mímicos e fantasistas mais maravilhosos já produzidos pelo povo mais verbal da história da humanidade." - Alfred Kazin, New York Review of Books

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