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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Philip Roth - Patrimônio

A Editora Cia das Letras publicou de Philip Roth - Patrimônio que tem a seguinte sinopse:

De que maneira um homem vigoroso, que passou décadas acreditando no trabalho duro como o método ideal de justificar a própria existência, pode lidar com a certeza aterradora de que vive “totalmente isolado dentro de um corpo que se tornara um terrível cercado do qual não podia escapar”? Essa é uma das questões levantadas por Patrimônio, que ganha nova tradução para o português.
Neste livro de 1991, Roth revisita os altos e baixos da relação com o pai. Em uma narrativa que nunca recorre a um estilo sentimental ou autoindulgente, o autor americano, que começou a carreira no estilo corrosivo de O complexo de Portnoy, adota um tom mais sóbrio.

Essas memórias abrem caminho para as obras de ficção lançada por Roth nos anos seguintes, sobretudo O teatro de Sabbath, e a tetralogia composta por Homem comum, Indignação, A humilhação e Nêmesis. Poucos autores alcançaram, nas últimas décadas, uma produção tardia tão poderosa.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Philip Roth - Patrimônio


A Cia das Letras publicou de Philip Roth - Patrimônio que tem a seguinte sinopse:
De que maneira um homem vigoroso, que passou décadas acreditando no trabalho
duro como o método ideal de justificar a própria existência, pode lidar com a
certeza aterradora de que vive “totalmente isolado dentro de um corpo que se
tornara um terrível cercado do qual não podia escapar”? Essa é uma das questões
levantadas por Patrimônio, que ganha nova tradução para o português.
Neste livro de 1991, Roth revisita os altos e baixos da relação com o pai.
Em uma narrativa que nunca recorre a um estilo sentimental ou autoindulgente, o
autor americano, que começou a carreira no estilo corrosivo de O complexo de
Portnoy, adota um tom mais sóbrio.Essas memórias abrem caminho para as
obras de ficção lançada por Roth nos anos seguintes, sobretudo O teatro de
Sabbath, e a tetralogia composta por Homem comum,
Indignação, A humilhação e Nêmesis. Poucos autores
alcançaram, nas últimas décadas, uma produção tardia tão poderosa.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Philip Roth - Operação Shylock


A Cia das Letras lançou Operação Shylock de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

O que você faria se um sósia se apropriasse de seu nome, usurpasse sua biografia e saísse pelo mundo fingindo ser você? Philip Roth, um dos grandes escritores americanos da atualidade, viveu essa experiência em 1988, ao deparar em Israel com um duplo de si mesmo, cuja autoproclamada missão era levar de volta à Europa os judeus israelenses. É este episódio insólito que ele narra em Operação Shylock, livro inteligente e originalíssimo, a um só tempo divertido e recheado de suspense, terrível e esclarecedor, em que questões como a condição judaica e o destino dos judeus são discutidas de forma instigante e polêmica.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Fantasma Sai de Cena


A Cia das Letras lançou Fantasma Sai de Cena de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

Nathan Zuckerman - protagonista de diversos romances de Philip Roth - está de volta, possivelmente pela última vez. Velho, há anos vivendo no interior da Nova Inglaterra, Zuckerman vai a Nova York para uma consulta médica, decidido a tentar uma intervenção cirúrgica que poderá resolver tanto sua incontinência urinária como sua impotência. Em Manhattan, o escritor reencontra Amy Bellette, mulher que o atraíra quase cinqüenta anos antes, agora idosa e doente; trava contato com Billy e Jamie, jovem casal interessado em trocar de residência com ele por um ano; e conhece um investigador literário que pretende escrever a biografia de E. I. Lonoff, contista que Zuckerman idolatrava quando jovem e que, em seus últimos anos, viveu com Amy Bellette. Determinado a impedir que o biógrafo de Lonoff leve a cabo seu projeto, o qual implicará a divulgação de um segredo mantido oculto por Lonoff e Amy por todos esses anos, Zuckerman decide permanecer em Nova York; ao mesmo tempo, porém, constata que, por absurdo que pareça, está completamente apaixonado por Jamie, quarenta anos mais moça do que ele, e que precisa desfazer o plano de troca de casas para que ela permaneça na cidade. Dividido entre suas maiores paixões, as mulheres e a literatura, em poucos dias Zuckerman dá por si imerso num mundo de desejos e intrigas que imaginava ter abandonado para sempre.
Em Fantasma sai de cena, Roth volta aos temas da velhice e da proximidade da morte, tratados em O animal agonizante e Homem comum. Aqui, a ênfase recai no conflito entre a decadência física e mental causada pela idade e a intensidade do desejo, cuja força avassaladora e irracional permanece intacta; tal como - reforçando o paralelo entre criador e criatura - o vigor narrativo e a inteligência analítica de Roth, que continuam mais afiados do que nunca.

"Roth compôs uma melancólica, e às vezes até engraçada, reflexão sobre o envelhecimento, a mortalidade, a solidão e as perdas que vêm com a passagem do tempo." - Michiko Kakutani, The New York Times

"O novo romance de Philip Roth é [...] complexo, engenhoso, indispensável, e foge com humor do sentimentalismo." - The New Yorker

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Complô Contra a América


A Cia das Letras lançou Complô Contra a América de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

O leitor que acompanhou a produção mais recente de Philip Roth talvez se surpreenda diante desse seu último romance. Afinal, Roth é considerado um realista - e logo no primeiro parágrafo desse livro ficamos sabendo que a ação transcorre no suposto tempo em que Charles Lindbergh foi presidente dos Estados Unidos.
Philip é um menino como tantos outros, apaixonado por sua coleção de selos. O pai é corretor de seguros, a mãe é dona de casa e o irmão mais velho tem dotes precoces de desenhista. Como toda a população do bairro em que vive, a família Roth é judia, e em 1940 parece não haver melhor lugar no mundo para ser judeu do que os Estados Unidos. Porém Franklin D. Roosevelt, ao tentar reeleger-se para um terceiro mandato, é derrotado pelo candidato republicano Charles Lindbergh. O famoso aviador, que se tornou herói nacional ao empreender o primeiro vôo solitário da América à Europa, é um ardoroso defensor da Alemanha nazista, um homem para quem os Estados Unidos deveriam se defender da "diluição nas raças estrangeiras". A vida da família Roth - e, potencialmente, o mundo - nunca mais será como antes.

"É tão bom quanto sua grande trilogia do fim da década de 90. Não é hora de lhe darem um Nobel?" - The Guardian

"Talvez o livro mais triste que Roth já escreveu, e o mais assustador." - Gabriel Brownstein, The Village Voice

"É preciso um leitor paranóide para transformar Complô contra a América em roman à clef para o presente. Contudo, uma das coisas de que trata o livro é, justamente, a paranóia." - J. M. Coetzee, The New York Review of Books

"Uma parábola para os nossos tempos." - Jonathan Yardley, The Washington Post

"Uma das glórias do livro é seu contraponto de grande/pequeno, a maneira como ele se move velozmente para trás e para diante, de capítulo para capítulo, entre episódios de relevância mundial e a forma como o círculo doméstico de Roth reage a eles. Sinuoso e brilhante." - Joan Acocella, The New Yorker

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Homem Comum


A Cia das Letras lançou Homem Comum de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

Numa narrativa direta, íntima e ao mesmo tempo universal, Philip Roth explora o tema da perda, do arrependimento e do estoicismo. O autor de Complô contra a América, que relatava o encontro angustiante de uma família com a história, agora volta sua atenção para a luta de um homem contra a mortalidade, conflito que dura sua vida inteira.
Acompanhamos o destino do homem comum de Roth a partir de seu primeiro confronto com a morte, nas praias idílicas dos verões da infância, passando pelos conflitos familiares e pelas realizações profissionais da idade adulta, até a velhice, quando ele fica dilacerado ao constatar a deterioração de seus contemporâneos e dele próprio, atormentado por uma série de males físicos.
Artista comercial de sucesso, trabalhando numa agência publicitária em Nova York, ele tem dois filhos do primeiro casamento, que o desprezam, e uma filha do segundo casamento, que o adora. É amado pelo irmão, um homem bom cuja saúde perfeita termina por despertar sua inveja rancorosa, e é também o ex-marido solitário de três mulheres muito diferentes, tendo ele próprio destroçado os três casamentos. No final, é um homem que se transformou naquilo que não quer ser.
O título original da obra, Everyman (literalmente, "Todo homem"), é também o nome de uma peça alegórica do século XV, um clássico da dramaturgia inglesa, cujo tema é a chegada da morte ao mundo dos vivos.

LIVRO VENCEDOR DO PEN/FAULKER 2007

"Philip Roth desmente com maestria a máxima de Georg Luckács, de que é impossível um escritor abarcar todos os fatos da vida." - Nadine Gordimer, The New York Times

"O estilo do romance é simples, comedido, mas também poderosamente humano e de uma verdade implacável." - The Observer

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Philip Roth - A Marca Humana


A Cia das Letras lançou A Marca Humana de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

Coleman Silk, professor de letras clássicas numa universidade da Nova Inglaterra, aos setenta anos se vê obrigado a pedir exoneração e a se afastar do meio acadêmico. O motivo é uma acusação de racismo. Coleman empregou uma palavra de duplo sentido ao se referir a alunos que não compareciam às aulas. Ignorava serem negros, pois nunca os tinha visto, e portanto não atinou que suas palavras poderiam ser tomadas como ofensa.
Virá em seguida uma acusação de abuso sexual, contra uma faxineira de 35 anos que trabalha no campus. A ideologia do politicamente correto tomou o poder na universidade e disparou sua artilharia contra o velho professor judeu, que agora, como no passado, se recusa a sujeitar-se aos padrões dominantes.
Execrado publicamente, Coleman trava contra a faculdade uma batalha humilhante. O ambiente carregado de ódio recrudesce quando o ex-marido da faxineira, um veterano da Guerra do Vietnã mentalmente perturbado, cruza seu caminho. O ciúme se mistura ao rancor, por ser Coleman intelectual, velho e judeu. Perdido na névoa de um delírio homicida, o veterano encarna os piores pesadelos americanos, com os quais Coleman terá de ajustar contas.
Mas o mesmo professor que antes revolucionara a faculdade e se fizera admirar pela audácia guardou um segredo por cinco décadas. Nem a esposa nem os filhos conheceram sua verdadeira origem racial, pois aos vinte anos, ao entrar na marinha, Coleman Silk descobriu que ela não era evidente e que podia manobrá-la. A marca humana, entretanto, não se apaga. Não há destino, individual ou coletivo, capaz de pôr-se a salvo dos seus vestígios.
Ao lado de Pastoral americana e Casei com um comunista, este romance compõe a grande trilogia de Philip Roth (1933) sobre a vida na América do pós-guerra - um painel impressionante em que indivíduos de grande vigor moral e intelectual são assolados por forças históricas fora de controle.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Pastoral Americana


A Cia das Letras lançou Pastoral Americana de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

No estilo impetuoso e desbocado de Philip Roth, Pastoral americana narra os esforços de Seymour Levov para manter de pé um paraíso feito de enganos. Filho de imigrantes judeus que deram duro para subir na vida, Seymour tenta em vão comunicar um legado moral à terceira geração da família Levov. Esmagado entre duas épocas que não se entendem e desejam destruir-se mutuamente, Seymour se apega até o fim a crenças que se mostram cada vez mais irreais. A força de sua obstinação em defesa de uma causa perdida lhe confere um caráter ao mesmo tempo heróico e louco.
Para contar a história, Philip Roth ressuscita seu famoso alter ego, o romancista Nathan Zuckerman, herói e narrador do romance Complexo de Portnoy. Na voz de Zuckerman, Seymour Levov assume a dimensão patética de um Adão obediente que um dia, sem entender por que, se vê expulso do paraíso.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Philip Roth - O Complexo de Portnoy


A Cia das Letras lançou O Complexo de Portnoy de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

A narrativa de Alexander Portnoy, jovem advogado nova-iorquino, é uma longa confissão no divã do psicanalista. Como desde o início fica bem claro, Portnoy é dotado não apenas de uma inteligência privilegiada como também de uma capacidade ilimitada de encarar a si mesmo com realismo e ironia. Contudo, o narrador-protagonista é totalmente incapaz de se livrar da ligação paralisante com a mãe, identificada logo de saída como "o personagem mais inesquecível que conheci na minha vida". Portnoy discorre alternadamente sobre o passado - a infância de filhinho da mamãe, a adolescência dedicada acima de tudo à prática da masturbação e a tentativas frustradas de perder a virgindade - e sua vida atual - o relacionamento conflituoso com a amante bela porém semi-analfabeta, a separação e uma viagem a Israel que termina com a descoberta de que ele está impotente.
Quando lançada em 1969, a história de Portnoy, narrada com uma verve extraordinária num tom que oscila entre o hilariante e o patético, foi um grande sucesso de vendas e de crítica: o livro alcançou o primeiro lugar nas principais listas de best-sellers dos Estados Unidos, e um crítico da revista Time comparou-o às obras de Henry Miller. Mais de três décadas depois, o lugar de O complexo de Portnoy está mais do que garantido, na obra de Philip Roth - hoje considerado um dos principais ficcionistas vivos do idioma - e na literatura norte-americana.

"Roth é o escritor mais corajoso dos Estados Unidos. Moralmente e politicamente corajoso. E Portnoy faz parte dessa coragem." - Cynthia Ozick, Newsday

"Simplesmente uma das duas ou três obras de ficção mais engraçadas da literatura norte-americana." - Chicago Sun-Times

"Comovente, e ao mesmo tempo hilariante e lascivo. Roth tem um talento vibrante. É um dos mímicos e fantasistas mais maravilhosos já produzidos pelo povo mais verbal da história da humanidade." - Alfred Kazin, New York Review of Books

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Casei com um Comunista


A Cia das Letras lançou Casei com um Comunista de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

Menino pobre e ignorante que fugiu dos pais, trabalhador braçal sempre metido em brigas, Ira Ringold conseguiu fazer de si mesmo um famoso ator de rádio. Comunista exaltado e linha-dura, Ira se atira com ferocidade contra tudo o que julgue ser um inimigo. Jamais imaginaria que duas mulheres - a esposa e a enteada - pudessem voltar-se contra ele com o mesmo ímpeto. Em plena era do macarthismo, quando ser adepto do comunismo equivalia a crime, a esposa resolve escrever um livro intitulado Casei com um comunista, pondo a nu, diante do público e das autoridades, a vida dupla do astro do rádio.
Philip Roth compõe, neste romance, uma história de delação, traição e vingança. Narra a desgraça de um homem em quem a cegueira dos ideais públicos bloqueia a visão das ameaças e misérias domésticas.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Avesso da Vida


A Cia das Letras lançou Avesso da Vida de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

No primeiro capítulo deste livro, Henry, o irmão certinho de Nathan Zuckerman, morre ao se submeter a uma cirurgia de alto risco no coração, que o permitiria largar os remédios que o deixavam impotente. Em seguida, o mesmo Henry aparece vivo, recuperado da operação, vivendo em Israel, depois de largar mulher e filhos.
Neste romance de estrutura narrativa surpreendente, cada capítulo contradiz o anterior, como se os personagens estivessem o tempo todo tentados a viver uma existência alternativa, capaz de reverter o destino. Essas vidas em transição, e as paisagens evocativas por onde elas passam, são iluminadas pelo olhar do protagonista Nathan Zuckerman. É sua inteligência cética e abrangente que calcula o preço pago na luta para mudar o destino pessoal e transformar o curso da história, quer num consultório de dentista num subúrbio de Nova Jersey, numa tradicional cidadezinha inglesa em Gloucestershire, numa igreja no West End de Londres ou numa minúscula colônia no deserto da Cisjordânia ocupada por Israel.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Animal Agonizante


A Cia das Letras lançou Animal Agonizante de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

Depois de uma trilogia bem recebida pelo público e pela crítica (Pastoral americana, Casei com um comunista e A marca humana), Philip Roth apresenta uma novela protagonizada pelo personagem surgido em 1973, na novela O seio, e retomado em 1977 no romance O professor de desejo. O animal agonizante é a história de David Kepesh, professor aposentado que faz sucesso com um programa cultural na televisão e que todos os anos oferece um curso livre na universidade, em que sempre conquista namoradas com um terço de sua idade. Seu discurso - dirigido a um interlocutor que só no final se manifesta - é uma afirmação de seu sentimento de liberdade e de seu horror a todo vínculo emocional. Mas o egoísmo calculista de Kepesh não resiste à paixão que o domina quando conhece Consuela Castillo, jovem de vinte e quatro anos, filha de uma rica família de imigrantes cubanos, cuja beleza excepcional faz com que sinta bem mais do que atração sexual. Depois de um ano e meio de relacionamento os dois se separam, mas Kepesh continua obcecado. Anos mais tarde, Consuela o procura para lhe fazer uma revelação trágica. Kepesh se vê então dividido entre os imperativos da razão, que não permitem que se envolva, e a força da paixão que o impele a assumir uma relação mais séria com uma mulher.
A força do texto está no contraste entre as racionalizações rígidas de um homem autocentrado e o poder da paixão que irrompe, imprevisível, destruindo suas certezas. No fim, o leitor está tão dividido entre a repulsa ao egoísmo de Kepesh e a piedade quanto o protagonista está dilacerado pelo conflito entre razão e sentimento.

"Brilhantemente escrito, linha a linha." - Publisher's Weekly

"Um Roth especialmente erótico, o que não é dizer pouco." - Library Journal

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Philip Roth - Adeus, Columbus


A Cia das Letras lançou Adeus, Columbus de Philip Roth que tem a seguinte sinopse:

Primeiro livro inédito publicado pela Companhia de Bolso, Adeus, Columbus é o livro de estréia de Philip Roth. Foi com essa coletânea de ficções curtas que o hoje consagrado escritor norte-americano surgiu no cenário da literatura mundial, já como um autor em pleno domínio de seus recursos. A novela-título é ainda hoje considerada uma de suas narrativas mais bem realizadas, e ao menos dois dos contos são obras-primas irretocáveis: "A conversão dos judeus" e "Eli, o fanático". Se em alguns dos textos o autor recria com humor cáustico, na melhor tradição realista, a estreiteza de horizontes da classe média baixa, em outros sua prosa mágica transforma um prosaico bairro pequeno-burguês da Nova Jersey de meados do século passado num mundo tão onírico quanto um quadro de Marc Chagall. Adeus, Columbus, no dizer de Saul Bellow, "é um livro de estréia, mas não de principiante".

sábado, 29 de maio de 2010

Philip Roth - A Humilhação



A Cia das Letras está lançando o novo livro de Philip Roth chamado A Humilhação que tem a seguinte sinopse:




Aos 65 anos, Simon Axler, um renomado ator de teatro, sobe no palco e constata que não sabe mais atuar. De uma hora para outra toda sua autoconfiança se esvai, e ele perde a capacidade de interpretar os personagens que, ao longo de uma extensa carreira artística, haviam lhe trazido renome. A partir daí, sua vida entra numa espiral de perdas: a mulher vai embora, o público o abandona e seu agente não consegue convencê-lo a retomar o trabalho. Obcecado com a ideia do suicídio, Simon se interna numa clínica psiquiátrica. No meio desse relato terrível de uma autoanulação inexplicável e apavorante, irrompe um enredo em sentido contrário. Simon se envolve numa relação passional com uma mulher mais jovem, homossexual, filha de um casal de atores que ele conheceu na juventude. Nasce daí um desejo erótico avassalador, um consolo para uma vida de privação, mas tão arriscado e aberrante que aponta não para o conforto e a gratificação, e sim para um desenlace ainda mais negro e chocante.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Phillip Roth - Indignação



A Cia das Letras acaba de lançar o livro Indignação de Phillip Roth que tem a seguinte sinopse:




Neste romance, Philip Roth surpreende críticos e leitores com uma história que escapa completamente à temática de seus últimos trabalhos, como Homem comum e o Fantasma sai de cena, que versavam sem meios tons sobre o fim da vida e suas mazelas físicas e espirituais. O que temos agora é a experiência iniciática de um jovem de dezoito anos, Marcus Messner, nascido e criado em Newark, Nova Jersey, esbanjando vigor, ambição, ousadia e desejos irrefreáveis ao ingressar na vida adulta.Filho único de um açougueiro kosher superprotetor, Messner busca uma faculdade do Meio-Oeste americano, bem longe de casa, o que lhe permite escapar da sufocante vigilância do pai, da medíocre universidade local onde cursara o primeiro ano e de suas funções como ajudante no açougue. Corre o ano de 1951, e os Estados Unidos enfrentam uma guerra cruenta na Coreia, conflito que paira como ameaça letal sobre o agora segundanista de direito em risco de ser convocado para lutar no front, caso não consiga se destacar nos estudos acadêmicos e no curso para o oficialato. Furtando-se, pois, a vícios, prazeres e uma vida social universitária, o personagem-narrador se entrega aos estudos de forma a jamais tirar menos que 10 em todas as matérias. Entretanto, um poderoso obstáculo se interpõe nos planos de Messner: seu próprio temperamento, irredutível a convenções hipócritas, como assistir a preleções obrigatórias sobre a Bíblia na igreja evangélica do campus e participar do mundinho das fraternidades. Isso sem contar a irrupção anárquica do sexo e do amor em sua vida, na figura tão adorável quanto enigmática de sua colega de classe Olivia Hutton.Indignação demonstra com sutil maestria as vias insuspeitas que conduzem eventos e escolhas aparentemente banais na vida de um jovem a resultados de uma gravidade desproporcional. Roth exibe neste romance curto, mas de enorme densidade humana, social, política e literária, um inconformismo explosivo de adolescente em busca de seus próprios caminhos na vida, alguns dos quais poderão incitar a ira vingativa de uma sociedade conservadora gerida por mentes tacanhas.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Philip Roth - Entre Nós - Um Escritor e seus Colegas Falam de Trabalho


A Cia das Letras publicou recentemente, o livro Entre Nós - Um Escritor e seus Colegas Falam de Trabalho de Philip Roth, que pode ser encontrado no link da submarino acima e tem a seguinte sinopse:


Philip Roth costuma ser associado a seus romances, que incluem algumas das obras-primas da literatura de língua inglesa publicadas nas últimas cinco décadas, como O complexo de Portnoy, O teatro de Sabbath e Homem comum. Mas Roth tem um lado menos conhecido: é também crítico, ensaísta e memorialista notável. Entre nós reúne entrevistas feitas por Roth com outros escritores e ensaios sobre colegas de ofício (e um pintor), bem como cartas trocadas entre eles. Ao contrário do que se poderia esperar, o tema predominante neste livro não é a literatura em si, as técnicas de escrita de ficção, e sim um ponto que para Roth é fundamental: a relação entre o artista e o mundo exterior, seu meio, sua cultura e seu tempo. E, embora muitas vezes o que ouvimos seja a voz de outro escritor, predominam as preocupações e as obsessões do próprio Philip Roth. Não por acaso, um dos temas de destaque no livro é a condição de judeu — são judeus sete dos dez escritores discutidos, além do artista plástico Philip Guston. Outra questão, abordada principalmente nas conversas com dois tchecos — Ivan Klíma e Milan Kundera —, é a do conflito entre o artista e as instituições de seu país. O texto sobre Bernard Malamud é um relato ao mesmo tempo afetuoso e implacável sobre as relações de Roth com um escritor que teve grande impacto em sua formação. O ensaio sobre Saul Bellow é um estudo aprofundado que, além de defender a importância de Bellow na literatura norte- americana, comprova que Roth é não apenas um grande romancista, como também um crítico de primeira.Na troca de correspondência com Mary McCarthy, Roth discute as ressalvas da escritora americana ao romance O avesso da vida. Outros escritores entrevistados por Roth são o vencedor do prêmio Nobel de literatura Isaac Bashevis Singer; o italiano Primo Levi, que produziu algumas das maiores obras literárias que tematizam o Holocausto; o escritor israelense Aharon Appelfeld e a irlandesa Edna O’Brien.

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