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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Eny Allgayer - Ciranda Negra


A Editora Dubliness publicou Ciranda Negra de Eni Allgayer que tem a seguinte sinopse por Julia Dantas – (51) 9321.8023 – juliadantas@gmail.com

Em um livro de técnica refinada, Eni Allgayer explora o lado mais sombrio do ser humano em contos de tragédia, vingança, morte e arrependimentos

Não há rendição nos contos de Eni Allgayer. As histórias de Ciranda negra nascem do que há de mais duro e frio na existência humana, de pequenas tragédias íntimas e de vidas despedaçadas pelas circunstâncias. Em uma prosa mansa e delicada, que contrasta com os temas sombrios de suas narrativas, Eni nos apresenta a miséria de catadores de lixo, o desespero de uma jovem grávida, uma vingança construída em assassinatos, o desejo necrofílico de um jovem delirante e a sina de partos e enterros de um pequeno menino, entre outros casos desconcertantes.

O livro Ciranda negra será lançado pela editora Dublinense no dia 10 de agosto de 2011 (quarta-feira), a partir das 19h, na Palavraria – Livros e Cafés em Porto Alegre.

Eni Allgayer já venceu mais de quinze concursos literários, retrospecto que evidencia uma habilidade incomum para contar histórias. Os cenários urbanos e rurais são criados com desenvoltura, mostrando que nem os blocos de concreto nem a terra são capazes de esconder o lado mais sombrio do ser humano. “Para contar suas histórias”, diz o escritor Caio Riter na apresentação do livro, “Eni faz uso de uma estrutura clássica, tradicional, que se vale de belas e detalhadas descrições (não gratuitas, e sim potencializadoras do conflito central) e de finais surpreendentes”.

Essas descrições detalhadas e finais surpreendentes dão conta de uma imensa gama de temas, como pobreza, fome, vidas castradas pelos bons costumes, vingança, infância sem inocência, casamento sem amor, abandono, traições, mortes e, sobretudo, o desamparo.

Eni Allgayer nasceu em março de 1946 em Tupanciretã (RS) e mora em Sapucaia do Sul (RS), cidade que lhe concedeu o título de Cidadã Honorária. É autora de seis livros: três ensaios históricos e três juvenis. Possui contos publicados em 27 coletâneas, a maioria escolhida através de concursos literários. Ciranda negra foi finalista do Prêmio Açorianos de Criação Literária em 2010.

A editora – A Dublinense foi criada em maio de 2009 com o objetivo de, através do apuro com a palavra e do cuidado gráfico, formar um catálogo eclético. Isso significa receber os jovens e criativos autores, mas também dar espaço para os escritores maduros e já consagrados. A linha editorial da Dublinense está direcionada para as literaturas de ficção e de não-ficção, como ensaios, textos acadêmicos e biografias. Seus sócios e idealizadores são Gustavo Faraon e Rodrigo Rosp.

A lista completa de pontos de venda da Dublinense pode ser consultada no site www.dublinense.com.br.

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