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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Anne Rice - Novas Crônicas Vampirescas - 02 - Vittorio, o Vampiro


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro Novas Crônicas Vampirescas - 02 - Vittorio, o Vampiro que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.




Os brutos também amam? Os vampiros, muito mais. E há pessoas que os amam tanto que são capazes de entregar a alma às torturas eternas. Como é o caso de Vittorio, um garoto de 16 anos que caiu nesse tipo de armadilha, e hoje, meio milênio depois, vive com sua amada na cripta das ruínas do seu castelo, em Florença, Itália. Sem jamais dispensar as saídas noturnas em busca de tenros pescoços para cravar os dentes e beber sangue.
A perdição (ou, segundo outros vampiros, a salvação) de Vittorio foi sua própria beleza. No romance Vittorio, o vampiro, novo presente que Anne Rice oferece ao mundo, o próprio personagem se descreve: "não tenho um rosto infantil, mas quase angelical. Minhas sobrancelhas são espessas, escuras, bem acima dos meus olhos para não lhes roubar o brilho. Minha testa seria um pouco alta, não fosse tão reta, e se não tivesse cabelos castanhos tão abundantes, formando uma ondulada moldura para a pintura".
A Florença do século XV, em pleno esplendor da sua arte, vivia o pior dos seus infernos. Um bando de vampiros fez um pacto com a cidade de Santa Magdallana, para que deixasse seus cidadãos saudáveis em paz, desde que lhes desse todos os seus velhos, doentes, aleijados e crianças para terem seu sangue sugado. O bando tentou fazer o mesmo pacto nos domínios do ultranobre e super-rico pai de Vittorio. Recusado, matou todas as pessoas do castelo, mas uma vampira de colossal beleza apaixonou-se por Vittorio e o deixou com vida. O garoto, exímio espadachim, acabou descobrindo o castelo onde os vampiros se escondiam e o invadiu, com fome de vingança. Matou um deles, os demais o capturaram, mas a bela vampira, chamada Ursula, tornou a salvá-lo.
Anne Rice escreve de um ponto de vista muito católico nesta obra. Há anjos, santos, Imaculada Conceição e tudo. Quatro anjos o ajudam a invadir o castelo dos vampiros, de dia, sem usar de violência, apenas abrindo caminhos. Vittorio parte para sua doce vingança. Mas... Bem, contar a história agora seria uma crueldade, não acham? O fato é que Vittorio, neste final de milênio, está em seu arruinado castelo cercado de mato por todos os lados. A bela Ursula continua com ele, e só quer saber de sexo e sangue. Sangue não falta. É aí que aquela velha frase dos contos de fadas se torna verdadeira: "e viveram felizes para sempre..." Neste caso, dizem os vampiros, o sempre é literal.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Anne Rice - Novas Crônicas Vampirescas - 01 - Pandora


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro Novas Crônicas Vampirescas - 01 - Pandora, o Vampiro que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.




Pandora é o primeiro livro da nova série de contos vampirescos de Anne Rice. Um presente para os fãs do estilo narrativo da escritora gótica que mais vende em todo o mundo. Seus personagens jogam estrategicamente com a sedução e esbanjam sagacidade, atravessando séculos de romantismo e mistério, numa luta dramática entre razão, prazer e paixão.
O narrador deste romance é o vampiro David Talbot. A história começa no século XXI, tendo como cenário um lotado café parisiense. Lá a belíssima jovem Pandora - de pele de porcelana, olhos topázio e de inteligência incomum - é convidada por David e escrever sua história. Ela nos leva a viajar no tempo e relata, relutante a princípio e depois com incrível paixão, uma vida de mais de 2.000 anos.
Pandora volta à pré-adolescência, quando era uma simples mortal, filha de um rico senador do Império Romano. Nesta época, no palácio de seu pai, ela conhece e se apaixona pelo ainda mortal e extremamente charmoso Marius, numa Roma atemorizada, dominada por César e cercada de conspiradores e assassinos interessados em tomar a cidade.
Vinte anos depois, Pandora foge de Roma e passa a ter sonhos freqüentes com sangue jorrando. Busca um padre para esclarecer seus pesadelos. Numa nova cidade, encontra com Marius, o já poderoso e carismático vampiro. Juntos passam a viver um grande e turbulento amor. Durante séculos, numa intensa batalha entre razão e paixão, os dois travam um declarado e doloroso duelo, até se separarem tragicamente.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Anne Rice - O Servo dos Ossos



A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro O Servo dos Ossos que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.



Depois de ter criado os fantásticos universos dos vampiros, das Bruxas Mayfair e até da múmia de Ramsés, a autora envereda por outra saga no terreno do oculto. Seu herói é um judeu chamado Azriel, o fantasma, servo dos ossos. Azriel é um viajante imortal, poderoso, inteligente e tão sedutor que conquistou o coração da própria escritora. Ela se declarou tão entusiasmada com o personagem que até pensou em fazê-lo ocupar o espaço de Lestat, sua criação mais famosa.
Como Lestat, Azriel se rebela ao ser transformado em imortal por feiticeiros com objetivos maléficos. Ele vaga pelos séculos sem nunca estar nefesh — ou seja, com o corpo e a alma juntos. Azriel nos revela sua impressionante história desde a juventude na Babilônia, passando pela Europa da Idade Média até chegar a Manhattan dos anos 90, onde volta a encontrar seu destino.
O personagem irá confrontar-se com um ambicioso e carismático multibilionário, o televangelista e terrorista Gregory Belkin — uma versão atualizada dos seus demoníacos inimigos. Ele terá que usar todos os seus poderes para conter uma conspiração que coloca o mundo em risco.
Antes de começar a escrever o livro, Anne Rice realizou uma profunda pesquisa sobre as origens e evolução da cultura hebraica, desde antes da Babilônia até a imigração para a América durante a Segunda Guerra Mundial. Como conseqüência natural, O servo dos ossos está recheado de referências judaicas, como a Cabala. Rice foi ainda mais cuidadosa do que em Memnoch, crônica vampiresca que deu origem a diversos protestos de católicos — no livro, o vampiro Lestat encontra com o diabo e tem uma nova visão dos papéis do demônio e de Deus.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Anne Rice - Chore para o Céu


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro Chore para o Céu que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.



Século XVIII. A ópera é a arte do encantamento e conquista a todos com sua grandiosidade e paixão. Nápoles e Roma são capitais da novidade, mas nenhuma cidade consegue superar Veneza em pompa e sedução, com seus palácios e máscaras de carnaval. É nesse cenário que Anne Rice ambienta Chore para o céu, a história de dois castrati: Tonio e Guido, seu mestre.
O público que se acostumou às tramas de Rice, tendo como pano de fundo uma sinistra e mágica Nova Orleans, dificilmente se surpreenderá com este livro, que mostra uma fase anterior da "rainha do gótico moderno". Em lugar da atmosfera sufocante de Entrevista com o vampiro, o leitor vê-se envolvido por uma estética mais rococó. Em lugar de deletéria sensualidade, há o erotismo mais explícito, próximo de sua primeira fase literária, quando, sob pseudônimo de A.N. Roquelaure, assinou uma trilogia cult de sadomasoquismo.
Contando a trajetória de Guido Maffeo, de sua castração, aos 6 anos, até seu apogeu como estrela do canto lírico, Chore para o céu enfrenta a dualidade da condição dos castrati – corpo de homem e voz feminina.
Uma das obras mais singulares da autora, nada escapa neste livro ao talento de Rice. Dos bastidores de intriga e inveja, às relações da arte com a aristocracia e o clero, passando pela Itália dividida em cidades-estados, e aterrorizadas por milícias estrangeiras. Em tudo que faz, sua marca registrada: paixão exacerbada, fina observação, humor cortante e um delírio imaginativo que lhe garante entusiastas no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Stephenie Meyer e Amigas - Formaturas Infernais


Enquanto aguardamos o próximo volume Stephenie Meyer, a Record está lançando e já está em pré-venda na Submarino no link acima, um livro de contos chamado Formaturas Infernais com a participação dela e de outras grandes escritoras atuais, veja sinopse abaixo:


Nessa emocionante coleção de contos de terror, as autoras bestseller Meg Cabot (O Diário da Princesa), Stephanie Meyer (O Crepúsculo), Kim Harrison, Michele Faffe e Lauren Myracle se reuniram para mostrar que a formatura pode ser um evento muito mais aterrorizante do que se pensa. Problemas no guarda-roupa e um par que dança mal não são nada comparados a descobrir que vocês está dançando com a Morte e que ela não está aqui para elogiar seu vestido. De problemas com vampiros até uma batalha entre anjos e demônios, estas cinco histórias vão divertir mais do que qualquer DJ em um terno brega. Nada de limusine ou vestido de gala: só uma grande dose de assustadora diversão.

Anne Rice - A Múmia


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro A Múmia que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.



Arqueólogo descobre tumba esquecida onde repousa empoeirada múmia. A múmia volta à vida real e sai assombrando o mundo, presa de terrível maldição. Nas mãos de Anne Rice, o que poderia ser uma trama juvenil, torna-se ficção eletrizante. Os seres encantados de seu livro, não só desafiam qualquer lei da física e da biologia, como transtornam a vida dos inocentes ou perversos mortais que vão encontrando pelo caminho.
Ramsés II não morreu. Burlando a história, faz enterrar alguém em seu lugar, ingere um elixir da eternidade e sai vagando pelo mundo da Antigüidade, até encontrar, muitos séculos mais tarde, o grande amor de sua existência: Cleópatra, a rainha que seduziu Júlio Cesar, Marco Antonio e a imaginação dos homens que vieram depois deles. Despertado do sono a que se condenou pelo arqueólogo e armador Lawrence Strafford, ele acaba na Londres eduardiana nos braços da bela Julie, filha de Strafford, amor que vem desafiar, em intensidade, o que ainda sente por Cleópatra.



domingo, 22 de fevereiro de 2009

Anne Rice - As Vidas dos Bruxos Mayfair 4 - Taltos


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro As Vidas dos Bruxos Mayfair 4 - Taltos que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.



Anne Rice é uma das escritoras de maior sucesso da literatura atual. Seus romances góticos são objeto de culto no mundo inteiro, principalmente as badaladas séries das Crônicas Vampirescas e das Histórias dos Bruxos Mayfair, a que Taltos dá continuidade.
Mais do que um livro, o que a autora pretende é apresentar um mundo particular. Se em A hora das bruxas, Rice apresentou a família Mayfair – uma dinastia oculta de Nova Orleans, que a cada geração tem um de seus membros designados para receber os poderes de uma entidade conhecida como Lasher, em Taltos, uma das Mayfair, Rowan, gera uma outra criatura. Anne Rice foi descobrir no folclore húngaro a figura do Taltos – um feiticeiro com poder de descobrir e combater bruxas. A autora expandiu esse conceito para criar seu próprio Taltos, um ser complexo que já nasce com habilidades de adultos.
É um antigo Taltos, chamado Ashlar, que revela os detalhes da linearidade e desta mitologia: os Taltos, perseguidos pelos celtas, buscaram abrigo entre uma tribo chamada os Pequenos (The Picts). Esta tribo britânica impressionou Anne Rice por ter controlado a Escócia durante séculos, desaparecendo depois completamente, deixando apenas alguns estranhos artefatos para provar a sua existência.
Taltos possui todos os elementos típicos da autora: conflitos pessoais, tramas paralelas e uma rica tapeçaria de elementos históricos, religiosos e da cultura pop – dando dimensões épicas ao mundo sobrenatural.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Anne Rice - As Vidas dos Bruxos Mayfair 3 - Lasher


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro As Vidas dos Bruxos Mayfair 3 - Lasher que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.



A fé e o conhecimento profundo das questões da espiritualidade seriam sem dúvida o impulso que leva a escritora Anne Rice a construir uma obra toda voltada para os mistérios ocultos da vida e para as estranhas energias que dão aos seres humanos poderes mágicos, vida e morte. Em Lasher, ela conta mais uma trajetória fantástica de várias gerações de bruxas de Nova Orleans: a incestuosíssima família Mayfair, milionária e moderna, porém marcada pelo demônio que percorre a sua linhagem através dos séculos.
Lasher, publicado em 1993 nos Estados Unidos, é na verdade a continuação de A hora das bruxas, escrito em 1990. A hora das bruxas termina quando a supercirurgiã Rowan Mayfair e seu marido Michael Curry dão vida à entidade no tapete de sua sala. Ao nascer, Lasher se levanta e vai ao encontro de sua mãe, seqüestrando-a e levando-a para longe, com a idéia fixa de se reproduzir e repovoar a terra com sua espécie.
A fecundação é imediata, mas a reprodução impossível, a menos que o demônio encontre alguém com a conjunção ideal de homem e mulher com 92 cromossomas. A história começa neste ponto de tormento. Rowan tentando se libertar da tirania do filho, enquanto dá à luz a Emaleth, irmã e mulher de Lasher. O romance é mais do que este conflito. É toda a vida das gerações Mayfair. É a bruxinha Mona Mayfair, de 13 anos, que tenta seduzir todos os parentes, especialmente o tio Michael. Todas elas são histórias deliciosas do tio-fantasma Julien.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Anne Rice - As Vidas dos Bruxos Mayfair 2 - A Hora das Bruxas 2


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro As Vidas dos Bruxos Mayfair 2 - A Hora das Bruxas 2 que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.



Em A hora das bruxas, a autora mais uma vez exorciza seus demônios e fantasmas, narrando a saga de uma família na qual durante quatro séculos sucedem-se contos de feitiçaria e forças ocultas. Recria com realismo uma dinastia de bruxos, tendo como ponto central a família Mayfair, uma classe subversiva que cresceu e prosperou dedicando-se à magia negra, convivendo pacificamente com incesto, assassinatos e um espírito meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher. O romance se desenrola cronologicamente para a frente e para trás, passando por Nova Orleans e San Francisco atuais e deslocando-se até o Haiti ou um castelo na França de Luís XIV. As bruxas de Anne Rice não pilotam vassouras: são mulheres mafiosas, ocultas sob uma delicadeza fútil, e para elas a bruxaria é a ciência mais confiável.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Anne Rice - As Vidas dos Bruxos Mayfair 1 - A Hora das Bruxas


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro As Vidas dos Bruxos Mayfair 1 - A Hora das Bruxas que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.






Após desfilar a fascinante galeria de vampiros e múmias que a tornaram uma das mais famosas escritoras americanas, Anne Rice mergulha no universo da bruxaria em A hora das bruxas. Considerada uma das maiores escritoras de terror erótico, Anne Rice mistura com equilíbrio elementos góticos e modernos, numa narrativa romântica, de extrema crueldade, mas de paixões arrebatadoras.
Em A hora das bruxas, a autora mais uma vez exorciza seus demônios e fantasmas, narrando a saga de uma família que em quatro séculos vive entre feitiçaria e forças ocultas. A família Mayfair é o ponto central de uma dinastia de bruxos, que cresceu e prosperou dedicando-se à magia negra. Entre os Mayfair, convive-se pacificamente com o incesto, os assassinatos e com o espírito meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher.
O romance se desenrola cronologicamente para a frente e para trás, passando por Nova Orleans e São Francisco atuais e deslocando-se até o Haiti ou a um castelo na França de Luis XIV. As bruxas de Anne Rice não pilotam vassouras: são mulheres mafiosas, ocultas sob uma delicadeza fútil. Para elas, a bruxaria é a ciência mais confiável.
Desde o final da década de 60, quando especializou-se na "síndrome da jugular", a autora de Entrevista com o vampiro angaria legiões de fãs que aumentam dia após dia.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Anne Rice - Cristo Senhor - 02 - O Caminho para Canã


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro Cristo Senhor - 02 - O Caminho para Canã que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.




A fase adulta de Jesus Cristo já foi contada em inúmeras versões. Mas seria possível narrar em primeira pessoa a trajetória de um dos maiores símbolos da fé católica, sem cometer heresias ou deixando de lado a idéia de oferecer uma nova visão para o evangelho? Em Cristo Senhor – O caminho para Caná, Anne Rice dá conta do desafio. No segundo volume da biografia ficcional de Jesus, os leitores descobrem que o menino de Cristo Senhor – A saída do Egito cresceu e tem plena consciência de quem é. Quanto mais humano ele se revela, mais divino se torna.
A história começa no último inverno antes do batismo de Jesus no rio Jordão. Nazaré enfrentava um período de seca e a tensão estava no ar com a vinda de Pôncio Pilatos, o novo governante designado por Roma. Ainda chamado de Yeshua bar José, Cristo é questionado constantemente sobre o fato de ter chegado aos 30 anos de idade sem estar casado e com filhos, destoando de todos os homens ao seu redor. Nesse contexto, Anne Rice nos apresenta a jovem Abigail, personagem fictícia que se apaixona por Jesus sem saber que é correspondida. O filho de Deus, entretanto, sabe que sua missão o impede de formar uma família tradicional. Por isso, mesmo sofrendo, renuncia a esse amor.
Aos poucos, o caminho que Cristo deverá percorrer se revela. Depois de receber uma carta de seu primo João, na qual ele contava que estava batizando todos os homens que o procuravam, Jesus e seus familiares partem ao seu encontro. Uma vez batizado, o filho de Deus segue sozinho para o deserto e descobre seu propósito na Terra. O encontro com o diabo, citado na Bíblia, ganha novas cores com as palavras de Anne Rice, assim como os milagres feitos por Jesus ao longo da jornada de volta e a escolha dos apóstolos. Conforme a leitura avança, fica nítida a pesquisa da autora nos livros do Novo Testamento.
Após transformar água em vinho nas bodas de Caná, Jesus tem uma conversa definitiva com seu tio Cleofas, na qual é chamado a pegar em armas e liderar exércitos que lutem por Israel. Só que o filho de Deus deixa claro que sua luta é outra: percorrer o mundo proclamando a palavra de seu Pai. Mais do que a saga de uma das principais figuras religiosas dos nossos tempos, Cristo Senhor – O caminho para Caná faz com que os leitores reflitam sobre a influência dos ensinamentos de Cristo em suas vidas.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Anne Rice - Cristo Senhor - 01 - A Saída do Egito


A Editora Rocco é editora de Anne Rice no Brasil e publicou o livro Cristo Senhor - 01 - A Saída do Egito que tem a seguinte sinopse e pode ser encontrado no link da Submarino acima.




Muito já foi dito sobre a fase adulta de Jesus Cristo. Mas como teria sido a infância de um dos maiores símbolos da fé católica? Em Cristo Senhor – A saída do Egito, Anne Rice nos mostra Jesus aos 7 anos, tomando consciência aos poucos de que é diferente das outras crianças e tentando entender por que isso acontece. A autora mescla uma minuciosa pesquisa histórica a elementos de ficção para apresentar um Cristo humanizado, que conduz a narrativa em primeira pessoa e divide com os leitores suas dúvidas, seus medos e suas descobertas.
A trama começa no Egito, para onde José, Maria e alguns parentes fugiram, a fim de manter o filho de Deus a salvo da fúria do rei Herodes. Até o dia em que um anjo avisa a José que é hora de voltar para casa: a cidade de Nazaré, na região ocupada atualmente por Israel. Antes, entretanto, eles decidem fazer uma parada para acompanhar a grande festa da Páscoa no Templo de Jerusalém. Mas, com a morte de Herodes, a cidade é invadida por soldados que cancelam a comemoração e espalham um rastro de sangue e terror. Assustada, a família de Jesus continua a jornada até Nazaré, se deparando com homens violentos no caminho e ouvindo rumores sobre as batalhas entre os romanos, que dominavam a região, e os rebeldes que pretendiam tomar o poder.
Desde o início do livro, percebemos um Cristo totalmente sintonizado com o judaísmo, cuja educação é baseada na Torá e nas tradições orais contidas nela. Uma das fontes de consulta de Anne Rice foram os Evangelhos Apócrifos, que descrevem milagres feitos por Jesus ainda criança, como dar vida a pássaros de barro moldados durante uma aula em Alexandria, no Egito. Por não ter a exata dimensão de seus dons, o filho de Deus mata Eleazar, um vizinho valentão que costumava persegui-lo, e acaba trazendo-o de volta à vida, causando uma grande confusão. Ao mesmo tempo que vai percebendo do que é capaz, Jesus fica cada vez mais curioso a respeito de seu passado e das histórias que envolvem seu nascimento. Ele sabe que não é filho de José, mas tanto o carpinteiro quanto Maria o proíbem de fazer perguntas, dizendo que lhe contarão tudo quando chegar a hora.
Com o passar dos meses, Jesus começa a juntar todas as peças que encontra para tentar desvendar sozinho o seu passado. Fragmentos de conversas em família, lembranças de passagens da própria vida e histórias contadas por um rabino ajudam a montar o quebra-cabeça, que só fica completo quando Maria finalmente decide revelar tudo ao filho. Nas últimas páginas de Cristo Senhor, quem faz revelações é a autora, descrevendo a ligação dela com o catolicismo, o motivo de ter rompido com a Igreja e o retorno à fé católica, em 1998. Anne Rice ainda oferece aos leitores detalhes da extensa pesquisa feita para escrever a obra, avalia suas fontes de consulta e narra o processo que a levou a querer contar a infância de Jesus.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Jeffrey Archer - A Filha Pródiga



A Editora Sextante está preparando o relançamento da A Filha Pródiga de Jeffrey Archer, que tem a seguinte sinopse;




A batalha de titãs travada entre os empresários William Kane e Abel Rosnovski em Caim e Abel tem desdobramentos inesperados em A filha pródiga, que narra a trajetória da obstinada Florentyna Rosnovski, filha de Abel.
Decidida, rica, bonita e inteligente, Florentyna traça desde cedo um plano ambicioso para a sua vida: tornar-se a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos.
Para alcançar seu objetivo, ela busca aprender tudo o que pode sobre negócios e política. Mas uma paixão arrebatadora provoca uma reviravolta em seu destino: a jovem se envolve com Richard, filho de Kane, inimigo mortal de seu pai.
Em nome desse amor, o casal abre mão do dinheiro e da proteção de suas famílias, o que os obriga a recomeçar do zero. Apesar das dificuldades financeiras, dos conflitos pessoais e do preconceito da sociedade, Florentyna não desiste de seus sonhos e luta para realizá-los.
Considerado um dos maiores contadores de história do mundo, Jeffrey Archer envolve os leitores de tal maneira que, nas palavras do The New York Times, “parece estar brincando de gato e rato com eles.
Mais do que uma história de amor e ódio, vingança e perdão, A filha pródiga é um retrato da sociedade contemporânea, descrevendo com riqueza de detalhes os caminhos tortuosos do poder e a força que une as pessoas marcadas pelo mesmo destino.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Robert Ludlum - A Estratégia Bancroft



A Editora Rocco está lançando um novo de Robert Ludlum chamado de A Estratégia Bancroft que tem a seguinte sinopse:




A Estratégia Bancroft é o novo livro escrito por Robert Ludlum, autor da trilogia Bourne, série de espionagem de grande sucesso no cinema, protagonizada por Matt Damon. O novo romance de Ludlum mergulha o leitor em um universo de sensações e emoções vertiginosas, extremamente pertinentes à velocidade e ambiguidade dos acontecimentos políticos e sociais do mundo contemporâneo. Neste novo thriller, o autor, morto em 2001, evidencia em mais de 500 páginas seu profundo conhecimento sobre os bastidores do poder e as teorias conspiratórias que sempre inspiraram sua obra.
Berlim, 1987. Desta data e local remontam a intensa amizade entre Todd Belknap e Jared Rinehart, conhecidos posteriormente como os gêmeos míticos Castor e Pollux, ambos membros do ultraclandestino Consular Operations, departamento americano de espionagem. Belknap, que conquistou fama por rastrear fugitivos que traíram as redes norte-americanas espalhadas pelo mundo, presencia o assassinato de um de seus alvos, Kaliu Ansari, poderoso comerciante internacional de armas.
O que ele não imaginaria é que seria acusado por este crime e afastado oficialmente da Consular Operations. Mais ainda: que no mesmo dia seu grande amigo seria sequestrado por uma organização internacional misteriosa. Obcecado para salvar seu companheiro de trabalho, Belknap vai se deparar com uma rede de intrigas que ultrapassam a lógica, como por exemplo, a Gênesis, provável responsável pelo sequestro de seu amigo. Sem uma identidade definida, a Gênesis estabeleceu seus tentáculos por todo o mundo e se tornou conhecida pela crueldade com o qual tratava quem ousasse contrariar seus objetivos.
Neste rastreamento, o “Cão de Caça”, apelido dado por seu amigo Pollux, acaba se deparando com Andréa Bancroft, uma linda executiva que acabara de assumir um cargo na Fundação Bancroft, instituição especializada em projetos sociais e humanitários pelo mundo todo. O romance desenvolve a trajetória paralela dos dois personagens. Andréa, ex-analista de valores de uma grande empresa antes de ser empossada no novo emprego, é também uma investigadora nata que, seguindo sua intuição, vai desbaratar com auxílio de Belknap os bastidores que envolvem tanto a Fundação Bancroft quanto a Gênesis. Eles vão perceber o real significado da Estratégia Bancroft, ação que em essência ultrapassa os padrões morais rígidos que separam o Bem do Mal até mesmo quando estão em jogo afetos e amizades.
Em A Estratégia Bancroft, Ludlum oferece ao leitor um olhar perspicaz sobre as questões políticas, sociais e econômicas que permeiam o lado oculto das grandes organizações transnacionais. E também até que ponto tal poder interfere nos conflitos mundiais. Na verdade, tais instituições humanitárias deveriam aplicar a fórmula utilitarista defendida por Jeremy Bentham ocorrida dois séculos atrás: minimize o sofrimento humano e nunca se esqueça de que cada pessoa é uma pessoa. Mas o ordenamento dos múltiplos fatores que compõem a pós-modernidade tornou ambíguas tais relações. Nem tudo é o que parece ser.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Alexandre Dumas - O Cavaleiro de Saint-Hermine



A Editora Martins Fontes publica o livro O Cavaleiro de Saint-Hermine de Alexandre Dumas com 1.048 páginas que tem a seguinte sinopse:

O último grande romance de Alexandre Dumas, escrito em 1869-70 e dado por perdido, não fossem os esforços do especialista Claude Schopp, que o resgatou de um jornal da época, onde fora publicado numa série de folhetins, e o terminou – o autor morrera antes de concluí-lo. No projeto histórico de Dumas, situa-se antes de O conde de Monte-Cristo, na época napoleônica do Consulado e do Império. É um romance de suspense em que o herói pretende perpetrar uma vingança, experimentando uma série de façanhas: as perseguições de Fouché, as batalhas de Napoleão – entre elas a de Trafalgar, onde se encontra com Nelson –, as desventuras em Roma e Nápoles, os encontros com Josefina, Talleyrand, Chateaubriand, o terrorista Cadaudal, a diplomacia, as intrigas, as conspirações e, é claro, o afeto de sua bem-amada.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Edgar Allan Poe - Relato de Arthur Gordon Pym



A Editora L&PM publicou na série pocket, o livro Relato de Arthur Gordon Pym de Edgar Allan Poe que tem a seguinte sinopse:



Este livro é um dos mais importantes trabalhos de Edgar Allan Poe (1809-1849), além de ser o único romance concebido por Poe, um notório poeta, ensaísta e contista. O Relato de Arthur Gordon Pym influenciou decisivamente Melville na concepção do clássico Moby Dick. Trata-se de uma dramática novela envolvendo um naufrágio e um desfile de situações dramáticas. Além de um extraordinário relato de viagem é uma obra prima de aventura e terror.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Nora Roberts - Um Sonho de Amor



Acaba de ser lançado em Portugal, o livro Um Sonho de Amor de Nora Roberts, que poder encontrado no site da http://www.bertrand.pt/ e tem a seguinte sinopse:




Margo, Laura e Kate não são irmãs biológicas, mas cresceram juntas na luxuosa Casa Templeton, e apesar de ter chegado o momento de cada uma seguir o seu rumo e realizar os seus sonhos, a casa da infância é sempre o porto de abrigo das três, e os laços que as unem são inquebráveis. Margo é uma mulher deslumbrante, carismática e bem-sucedida. Contudo, nada do que alcança na sua carreira internacional de modelo consegue fazê-la esquecer o seu maior sonho: conquistar o amor e a aceitação da mãe. Talvez devesse ser mais doce, como Laura, ou mais racional, como Kate... mas ela é imprevisível, espontânea e impulsiva. Quando se vê confrontada com um revés profissional e é obrigada a procurar refúgio no seio da família Templeton, Margo toma consciência do que é realmente importante na sua vida, e Laura e Kate, as suas irmãs do coração, tudo farão para a ajudar.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Penny Jordan - O Casamento Perfeito


A Harlequim Books está republicando na série Harlequim Destinos no. 93, o romance, o Casamento Perfeito que é o terceiro volume da Série Saga dos Crighton de Penny Jordan, este livro já havia sido publicado também com o título O Poder do Amor na Nova Cultural e que tem a seguinte sinopse:


Tullah Richards sabe que não deveria ter fantasias com seu chefe. Ela começou a trabalhar convencida de que desprezaria o mulherengo Saul Crighton, mas, quanto mais convive com ele, no trabalho ou não, mais Tullah percebe que esse pai solteiro de três crianças é um partido perfeito. Agora, ela só precisa convencê-lo disso...

Edgar Allan Poe - Assassinatos na Rua Morgue



A Editora L&PM publicou na série pocket, o livro Assassinatos na Rua Morgue de Edgar Allan Poe que tem a seguinte sinopse:

Para se ter uma idéia precisa da influência de Edgar Allan Poe sobre os romances policiais e de mistério que tanto sucesso fariam a partir de meados do século XIX, basta dizer que, não fosse o conto "Assassinatos na rua Morgue" (1841), não haveria Sherlock Holmes (Conan Doyle, 1887), Hercule Poirot (Agatha Christie, 1920), Padre Brown (G. K. Chesterton, 1911), Don Isidro Parodi (Bioy Casares e J. L. Borges, 1950) e tantos outros detetives ou investigadores que até hoje encantam milhões de leitores.

O personagem central deste conto, o francês Monsieur C. Auguste Dupin, poderia ser Sherlock Holmes e o narrador poderia ser o Dr. Watson. O fascinante personagem de Poe, através de um sistema próprio de dedução baseado na sua profunda capacidade de observação dos fatos, é capaz de ler os pensamentos do seu interlocutor e desvendar um dos mais intrincados e misteriosos casos de assassinato já enfrentado pela polícia francesa: o bárbaro duplo assassinato de mãe e filha num apartamento na rua Morgue. Meio século depois, Conan Doyle tomou emprestada a alma de Dupin para criar seu Sherlock. A partir daí o gênero caiu no gosto do público e os grandes personagens se multiplicaram.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Edgar Allan Poe - A Carta Roubada



A Editora L&PM publicou na série pocket, o livro A Carta Roubada de Edgar Allan Poe que tem a seguinte sinopse:

A queda da casa de Usher, a história de um estranho casal de irmãos cuja corrupção moral e psíquica é refletida na falência física da mansão gótica onde moram. Um homem que esquizofrenicamente sente-se perseguido por um sujeito de mesmo nome que tenta usurpar-lhe a vida e a identidade, em William Wilson. Um ressentido que traiçoeiramente atrai o seu inimigo para o mais horripilante local a fim de perpetrar uma vingança maturada há anos, na narrativa O barril de amontillado. Um indivíduo que, em O poço e o pêndulo, se vê aprisionado por forças da Inquisição e, sozinho, é submetido à mais horripilante tortura psicológica. A carta roubada, a última das histórias protagonizadas por Auguste Dupin, na qual o pai e modelo de todos os detetives da literatura demostra como utilizar a força do intelecto, ao desvendar um caso de roubo e extorsão.



Essas e outras assustadoras e penetrantes preciosidades compõem esta analogia de contos do grande Edgar Allan Poe (1809-1849), mestre da narrativa curta, sensibilidade privilegiada e perturbada, precursor do romance policial, exímio explorador das profundezas psicológicas do homem e um dos maiores escritores da literatura mundial.


Contos:
"A carta roubada""Metzengerstein""Berenice""Ligéia""A queda da Casa de Usher""William Wilson""O retrato ovalado""A máscara da Morte Rubra""O barril de amontillado""O poço e o pêndulo"

Nora Roberts - Sombras da Lua


A Harlequim Books publicou na série Rainhas de Romance no. 26, o romance, Sombras da Lua de Nora Roberts, que tem a seguinte história, veja a seguinte sinopse:


Numa cidade dominada pelo medo, uma figura solitária vestida de preto caminha pela noite, determinada a livrar a metrópole do pesadelo do crime. Nem balas, nem formalidades legais poderão impedir Nemesis de cumprir sua missão. Afinal, ele não é um homem comum... e nada poderá detê-lo.

A jovem e idealista procuradora Deborah O´Roarke represente a lei contra o crime. Os métodos pouco ortodoxos de Nemesis não a agradam, embora esse estranho justiceiro provoque nela um desejo obscuro... algo tão misterioso e inalcançável quanto o lado oculto da lua.

Mas Deborah não imagina o quanto Nemesis está perto dela... Bem ao alcance dos olhos...e do coração!












segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Nora Roberts - Um Sonho de Vida



Acaba de ser lançado em Portugal, o livro Um Sonho de Vida de Nora Roberts, que poder encontrado no site da http://www.bertrand.pt/ e tem a seguinte sinopse:




Kate Powel adora viver em Templeton House e ama a família que a criou desde que os pais morreram. Embora não seja tão bela e esfuziante como Margo, ou delicada e doce como Laura, Kate soube encontrar o seu caminho: é uma profissional de sucesso que organiza toda a sua vida em função do trabalho... O seu maior sonho é conseguir alcançar uma sociedade na empresa de contabilidade para a qual trabalha e assim provar o seu valor. Mas será que é mesmo este o seu maior sonho?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Deixados Para Trás - Volume 13 - A Vitória Final



A Editora United Press lança o volume 13 da Série Deixados para Trás – A Vitória Final de Jerry B.Jenkings e Tim Lahaye, o livro pode ser encontrado no link da submarino acima e tem a seguinte sinopse:

Nem tudo vai bem na utopia. Embora Jesus tenha estabelecido seu reinado de mil anos na terra, nascem pessoas todos os dias que ainda precisam decidir fazer dele o seu salvador. e nem todos fazem essa escolha. Os que voltaram do céu com Cristo nunca envelhecem.Os crentes que sobreviveram à Tribulação jamais morrem, mas as devastações do tempo os afetam. Os santos de todas as eras - heróis da Bíblia - ajudam a governar. Apesar daqueles que decidem não confiar em Cristo serem amaldiçoados e morrerem jovens, devotos da Outra Luz - Lúcifer - conspiram para povoar o final do reino milenar com um exército imenso. Quando Satanás é solto por algum tempo para tentar novamente as nações, ele lidera essa força até o conflito final do bem contra o mal e o resultado introduz o novo céu e a nova terra. Reúna-se com todos os seus personagens favoritos e veja o que lhes acontece neste último título crucial da saga Deixados para Trás.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Nora Roberts - Tesouros Escondidos



Acaba de ser lançado em Portugal, o livro Tesouros Escondidos de Nora Roberts, que poder encontrado no site da http://www.bertrand.pt/ e tem a seguinte sinopse:




Dora Conroy tem uma pequena loja de antiguidades e, num leilão de arte, compra um quadro que é muito mais do que parece. Depois há o novo inquilino do apartamento por cima da sua loja, Jed Skimmerhorn, um ex-polícia que tem tanto de rude quanto de charmoso. Mas é ele quem a salva quando a loja é assaltada e Dora descobre que os outros compradores do mesmo leilão estão a ser assassinados. Juntando forças com Dora para descobrir quem está por trás dos roubos e das mortes, Jed é atraído para a vida agitada de Dora e para o dia-a-dia da sua família excêntrica mas imensamente calorosa.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Ana Carolina - Um Dia de Domingo



Ana Carolina grava Um Dia de Domingo para participação especial no CD de Celso Fonseca ao vivo, seja a sinopse do CD, abaixo:




CELSO FONSECA AO VIVO
1. Slow Motion Bossa Nova
2. Feriado
3. Is This Love - Part. Especial Gil
4. Palco - Part. Especial Gilberto Gil
5. Ela Só Pensa em Beijar
6. Queda
7. A Voz do Coração - Part. Especial Roberta Sá
8. Nunca Pensei
9. Um Dia de Domingo - Part. Especial Ana Carolina
10. Sorte
11. Polaróides
12. Samba é Tudo
13. Meu Samba Torto
14. Beleza

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Philip Pulman - O Espantalho e seu Criado




A Editora Objetiva lança O Espantalho e seu Criado de Philip Pulman, o livro pode ser encontrato no link do site da submarino acima e tem a seguinte sinopse:


Em O Espantalho e seu Criado, Philip Pullman, o premiado autor da trilogia Fronteiras do Universo, conta a história de um espantalho que após ter sido atingido por um raio na cabeça ga-nha vida e decide abandonar seu posto para embarcar em diversas aventuras ao lado do esperto menino Jack. O Espantalho é um camarada gentil, com um espírito generoso, paixão pela aventura ? e um cérebro de ervilha. Acompanhado por Jack, um menino órfão que se transforma em seu dedicado criado, o Espantalho abandona suas tarefas de espantador de pássaros e parte em busca de uma vida de glória e emoções. Eles seguem corajosamente para um lugar chamado Spring Valley, gravado no coração do Espantalho... o lugar ao qual ele pertence. Logo atrás, os persegue a terrível e corrupta família Buffaloni, donos de tudo. Por onde passa, o valente Espantalho mergulha nos perigos mais assus-tadores ? batalhas e naufrágio, bandidos e charlatões ? e cabe a Jack salvá-lo com sua imaginação e inteligência.O Espantalho e seu Criado é uma história dramática, cheia de contratempos e reviravoltas, diversão e surpresas, de um dos mais completos autores de literatura juvenil da atualidade.






quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

George Simenon - Livros Inéditos no Brasil


A Editora L&PM anuncia que publicará a partir deste ano mais 20 livros, assim como os contos completos protagonizados pelo Comissário Maigret do escritor George Simenon, veja a matéria na integra extraída do site da L&PM em lpm.com.br.

Georges Simenon: Só a Bíblia, Lênin e Marx são mais lidos


A coleção L&PM Pocket publicou em 2002 e 2003, em parceria com a Editora Nova Fronteira, 22 livros de Georges Simenon narrando as aventuras de seu célebre e clássico personagem, o comissário Jules Maigret. Agora, a partir de março de 2009 a L&PM publicará mais 20 livros deste grande autor no formato pocket; 15 aventuras de Maigret – a maioria inédita no Brasil – e 5 romances, entre eles, o célebre Ainda existem aveleiras, considerado por críticos e fãs um dos melhores romances do escritor belga.


A L&PM Editores também adquiriu os direitos para publicar no Brasil os contos completos protagonizados pelo comissário Maigret, num total de 30, que serão editados em formato convencional ainda em 2009.


Georges Simenon nasceu em Liège, na Bélgica, em 1903 e morreu em Lausanne, na Suíça, em 1989. Escreveu perto de 400 obras de ficção, entre as quais 89 romances e 28 contos protagonizados por Maigret; vendeu mais de 550 milhões de livros que foram traduzidos em 55 línguas e publicados em mais de 100 países. Foram realizados cerca de 50 filmes baseados em seus livros.


Abaixo, transcrevemos artigo sobre o autor e a entrevista realizada pelo jornalista italiano Roberto Gervaso em 1979 e publicada no Brasil pela revista literária Oitenta (L&PM, 1980).
Por Roberto Gervaso (Tradução de Ana Paula de Melo Mendonça)


MILÃO – Georges Simenon, um grande escritor que há meio século é lido em todas as partes do mundo, que é belga e não francês como muitos pensam. Só produz livros de sucesso: não há aventura do seu famoso “inspetor Maigret” que não tenha se tornado best-seller.
Mas não é somente o sucesso comercial que lhe é reconhecido. Há um consenso também em torno da qualidade literária do seu trabalho. “É o mais autêntico romancista da literatura francesa contemporânea”, celebrou André Gide. “A sua arte é de uma beleza intolerável”, disse Mauriac. Entre os seus leitores mais célebres e mais fanáticos nesses cinqüenta anos estão Mao Tse-tung, Lyndon Johnson, Charles Chaplin, o rei da Suécia, Céline, Maurois, Henry Miller.
Depois de repudiar o seu suntuoso e inacessível retiro de Epalinges, Simenon, embora cada vez mais rico com os incalculáveisdireitos autorais que recebe de mais de 100 países deci­diu há 10 anos morar num pequeno apartamento de poucas peças no centro de Lausanne. Mora com Teresa, sua última mu­lher, de sangue italiano, com ele há mais de 20 anos, que recorda o que ele esquece, fazendo os contatos com editores e protege-o da curiosidade pública.
O “pai da literatura policial feita com arte”, ou o “patriarca belga da literatura francesa” produziu em cinqüenta anos mais de 400 volumes. A Universidade de Liége, sua cidade natal, fun­dou o Centro de Georges Simenon que recolhe os manuscritos, a interminável correspondência, e as edições nas várias línguas das obras do mestre. Este Centro é muito procurado por estu­dantes de literatura de vários países da Europa que escrevem teses sobre Simenon.
Dizem – e deve ser verdade – que nenhum escritor do mun­do recolhe tanto dinheiro em direitos autorais. Dizem também – e também não há por que duvidar – que ninguém teve mais mu­lheres: cerca de dez mil, contra as cinco mil de Frank Sinatra, as mil e duzentas de John Kennedy, as aproximadamente mil de Don Juan e as cento e oitenta ou duzentas (há divergência na cifra) de Casanova.
Aos 76 anos, que não demonstra, sempre a fumar um dos seus vinte cachimbos, usando aparelho para surdez, o copo na mão (cerveja, bordeauxou chá), passa a maior parte do seu tempo numa das peças do seu pequeno apartamento que serve como estúdio e quarto. Ali, ele dorme, come e dita ao gravador suas inesgotáveis Memórias, num esforço para entregar a própria vida aos pósteros. E, talvez, também aos contemporâneos. À noite, depois do telejornal, antes de se recolher, dedica algumas horas a reler, com o mesmo gosto e a mesma surpresa da primeira vez os Essais de Montaigne.
Foi ali, no escritório-alcova de Simenon que o repórter Ro­berto Gervaso, do Corriere della Sera, de Milão, encontrou-o. Esta foi a conversa entre os dois:
Roberto Gervaso – É verdade que você é o autor mais lido, depois de Marx?Georges Simenon – Segundo as estatísticas da UNESCO, sim. Mas, há outros, além de Marx, mais lidos do que eu.
R.G – Quais são?G.S. – A Bíblia e Lênin, que são mais lidos do que Marx tam­bém.
R.G – Onde você tem mais leitores?G.S. – Nos Estados Unidos e na União Soviética.
R.G – Mais mulheres ou mais homens?G.S. – Tomando como ponto de referência as cartas que recebo, é metade por metade.
R.G – O que lhe dizem as mulheres nas cartas? G.S. – Fazem confidencias e pedem conselhos.
R.G – E os homens?G.S. – Contam-me os seus problemas. São, sobretudo, médicos e psiquiatras.
R.G – Mais lido pelos jovens ou pelos menos jovens?G.S. – Dos 13 aos 80 anos.
R.G – Pelos intelectuais ou pelo homem médio?G.S. – Por estes e por aqueles.
R.G – Como se desenvolve a sua inspiração literária?G.S. – Jamais tive inspiração literária.
R.G – Você se define como um artesão, eu sei. Por quê?G.S. – Porque eu, efetivamente, trabalho como um artesão. Sen­to-me à mesa de trabalho – isto é, na poltrona – numa hora de­terminada, trabalho um determinado tempo e, só depois de cumprir o expediente, me levanto.
R.G – Onde termina o artesanato e começa a arte?G.S. – É muito difícil dizer.
R.G – Por quê?G.S. – No artesanato, seguidamente, tem arte, e na arte tem ar­tesanato.
R.G – Acredita no estado de graça?G.S. – Acredito no escritor se desfazer da sua pele e entrar na pe­le do personagem.
R.G – Ainda diria a frase que disse certa vez: “Não sei e não saberei jamais se tenho talento?”G.S. – Sim. O talento é algo que avaliam os pósteros e não os contemporâneos.
R.G – Mas o que é o talento?G.S. – É a capacidade de inventar um caráter, uma situação, uma paisagem.
R.G – Escritor é só aquele que se faz ler?G.S. – E quem mais seria?
R.G – A desenvoltura faz o perfeito narrador?G.S. – Sempre se deve escrever como se fala.
R.G – É fácil escrever fácil?G.S. – Não. É dificílimo.
R.G – E as suas relações com os adjetivos?G.S. – Péssimas. Odeio-os, como também detesto os advérbios. Aborrecem-me os enfeites e lantejoulas do texto. Acabam por torná-lo obscuro. E preciso ser compacto, reduzir tudo ao osso.
R.G – Um escritor é sempre autobiográfico?G.S. – Eu não sou. Mas, alguns são.
R.G – Primeiro dever de um escritor?G.S. – Tornar-se lido e ser sincero.
R.G – De um jornalista?G.S. – Idem.
R.G – O escritor-personagem nasce só do juízo do público?G.S. – O sucesso é determinado pelos leitores.
R.G – É mais rara uma vida bem vivida ou bem escrita?G.S. – Bem escrita. É melhor, porém, se for bem vivida.
R.G – Chegará também para você a hora do Prêmio Nobel?G.S. – Se chegar, recusarei.
R.G – Por quê?G.S. – Os prêmios são como as medalhas, os laços de fita e os penachos que enfeitam as vacas e touros vencedores nas exposi­ções de animais.
R.G – Quem lhe inspirou Maigret?G.S. – Os vários policiais que conheci.
R.G – Quando nasceu?G.S. – Quem?
R.G – Maigret.G.S. – Em fevereiro de 1929.
R.G – Onde? G.S. – Num vilarejo holandês de pescadores. Lá, hoje, há um monumento para ele.
R.G – Quantos livros você dedicou a Maigret?G.S. – Oitenta e nove.
R.G – Por que Maigret agradou e ainda agrada tanto?G.S. – E um homem comum, como tantos, que sabe compreen­der, mas não julga.
R.G – O melhor Maigret no cinema?G.S. – Nenhum.
R.G – Como nenhum?G.S. – Maigret existiu e existe somente na minha cabeça. É meu, exclusivamente meu.
R.G – Por que você o aposentou há sete anos?G.S. – Não foi ele o aposentado. Fui eu que me retirei.
R.G – Nas suas histórias, não existe o tempo: nem a guerra, nema resistência, nem a era atômica. Porquê?G.S. – O homem, no seu íntimo, não tem nada a ver com a guer­ra, com a resistência, com a era atômica.
R.G – As piores armadilhas do romance policial?G.S. – Mas Maigret não é Poirot, e eu não sou Agatha Christie.
R.G – Explique-se.G.S. – Os romances policiais têm regras bem precisas, enquanto eu não tenho. Na segunda página, posso tranqüilamente revelar o nome do assassino.
R.G – Com quantos anos escreveu o primeiro romance não-policial?G.S. – Aos 31 anos.
R.G – Quantos escrevia, em média, por ano?G.S. – Policial, um; não-policiais, cinco.
R.G – Nunca renegou uma obra?G.S. – Não. Basta não relê-las, como o meu amigo Fellini nunca revê os seus filmes.
R.G – Voltaire escreveu Candideem três dias. Você, em quanto tempo escrevia, ou escreve, um romance?G.S. – No início, levava onze dias.
R.G – E no fim?G.S. – Uma semana.
R.G – Usou muitos pseudônimos?G.S. – Dezessete.
R.G – Quando começou sua autobiografia?G.S. – Dia 13 de fevereiro de 1973.
R.G – Título do primeiro volume?G.S. – Um homem como qualquer outro.
R.G – Você?G.S. – Sim, eu.
R.G – Em que ponto estão suas memórias?G.S. – Estou concluindo o décimo-nono volume.
R.G – O seu autor policial favorito?G.S. – Nenhum. Não os leio.
R.G – Nem mesmo Agatha Christie?G.S. – Nem mesmo ela.
R.G – E não-policial?G.S. – Refere-se aos meus autores de cabeceira?
R.G – Sim.G.S. – Antes de tudo, Montaigne.
R.G – E depois?G.S. – Conrad, Gogol, Checov, Dostoiévski, Faulkner.
R.G – Você disse que, se recomeçasse, seria biólogo.G.S. – Amo o homem. Quero conhecê-lo e entendê-lo. A biologia ajudaria muito.
R.G – Você é considerado um homem de esquerda?G.S. – Sou um individualista empedernido.
R.G – Os burgueses não o agradam. Por quê?G.S. – São convencionais demais, e pouco individualistas de­mais.
R.G – Já fez política alguma vez?G.S. – Não. Nunca votei ao menos.
R.G – Você diria com Clemenceau: “Quem faz política para valer, suja as mãos?”G.S. – Com as mãos limpas, não se faz política.
R.G – Como nasce a violência política?G.S. – Quem não tem o poder político quer tirá-lo de quem o tem. E quem o tem, para protegê-lo, usa agentes provocadores.
R.G – Como se extirpa?G.S. – Sobretudo extirpando-se os nacionalismos, fomentadores de violência.
R.G – O que é, para você, o amor?G.S. – A mais bela invenção do mundo: entender-se sem necessi­dade de palavras.
R.G – Quantas mulheres você conheceu biblicamente?G.S. – Falaram em dez mil.
R.G – E você o que diz?G.S. – Talvez uma a mais, ou uma a menos.
R.G – Profissionais ou amadoras?G.S. – Muitas jovens atrizes e bailarinas.
R.G – É ciumento?G.S. – Gostaria de não sê-lo. Mas sempre fui, e o sou. Terri­velmente.
R.G – Quando o ciúme impede o adultério?G.S. – Casei em primeiras núpcias com uma mulher ciumentíssima, que, depois do primeiro dia de casados, ou da primeira noite, não recordo, ameaçou de se suicidar se algum dia eu a traísse.
R.G – E você?G.S. – Eu a traí escondido durante vinte anos, odiando-a.
R.G – Odiando-a?G.S. – Sim, porque não há nada mais humilhante, mais ofensivo à nossa dignidade do que a coerção à mentira.
R.G – E vocês se separaram.G.S. – Sim, e uma semana depois, ela, que tinha quarenta anos, passou a andar com um garoto de dezesseis.
R.G – Você esteve verdadeiramente apaixonado por Josephine Baker?G.S. – Eu tinha vinte e dois anos, inexperiente, desconhecido, e ela era ultra-célebre. Mas foi uma relação brevíssima.
R.G – Como acabou?G.S. – Num certo momento, fugi para uma ilha.
R.G – Por quê?G.S. – Não queria me tornar o Sr. Baker.
R.G – É mais difícil viver ou conviver?G.S. – É melhor conviver. A solidão é atroz. Sobretudo para o homem a quem falta a força de caráter e o espírito de iniciativa femininos.
R.G – Chega-se mais bem preparado ao casamento ou à morte?G.S. – A morte é previsível. O casamento, sempre uma incóg­nita.
R.G – As mulheres devem ser tratadas com cavalheirismo?G.S. – Sim.
R.G – E os homens com amabilidade?G.S. – Sim.
R.G – É mais fácil entender os outros ou a si mesmo?G.S. – A si mesmo.
R.G – Você sempre foi ao fundo de si mesmo?G.S. – Sou o meu melhor psicanalista.
R.G – Nunca deixou alguma coisa pela metade?G.S. – Jamais.
R.G – Qual é o conselho que lhe foi mais útil durante a vida?G.S. – Não julgar nunca. Foi um conselho do meu pai.
R.G – Já esteve ameaçado de falir?G.S. – Não. Mas tive meus altos e baixos.
R.G – O sucesso modificou-o?G.S. – Em nada.
R.G – Dizem que é um misantropo.G.S. – Ao contrário: adoro as pessoas, a vida.
R.G – E que é cínico.G.S. – Se cínico é quem diz o que pensa, sim.
R.G – Quem são seus amigos?G.S. – Pouquíssimos.
R.G – Diga um.G.S. – Fellini. Embora fiquemos meses sem nos vermos, nem nos telefonarmos.
R.G – E os seus inimigos?G.S. – A minha última mulher. Eu, porém, não a considero assim.
R.G – Também para você, como para Voltaire, o trabalho é alegria?G.S. – Sim, mas a que preço!
R.G – No seu passaporte está escrito “aposentado”?G.S. – Não: sem profissão.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Nora Roberts - Férias no Paraíso


O livro Férias no Paraíso de Nora Roberts lançando em conjunto com outra história de outra autora é o livro original Templation que foi relançando no Livro Tentações com o título de Fruto Proibido.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Agatha Christie - Novos Livros na Série Pocket L&PM


A Editora L&PM anuncia que publicará a partir deste ano mais 19 livros da escritora Agatha Christie, veja a matéria na integra extraída do site da L&PM em lpm.com.br.

Novos títulos de Agatha Christie na Coleção L&PM Pocket
Por L&PM Editores em 19/1/2009

Passados mais de 80 anos desde a publicação de seu primeiro romance, a inglesa Agatha Christie (1890-1976) não só sustenta até hoje o título de “escritora mais lida de todos os tempos” como também é considerada a grande mestra do romance policial, gênero que a consagrou e que lhe rendeu o apelido de “Rainha do Crime”.


Suas narrativas, elaboradas com um rigor quase matemático, junto com seu talento único de criar personagens tão diversos e fascinantes, fizeram com que conquistasse uma legião de fãs espalhados em todo o mundo, marcando de uma forma nunca vista a literatura mundial: até hoje, poucos conseguiram trabalhar de uma forma tão sutil a psicologia de seus personagens e criar uma atmosfera de suspense como Agatha conseguiu.


A L&PM Editores, em parceria com a editora Nova Fronteira, já lançou dez títulos na coleção Agatha Christie Pocket, com reedições e traduções totalmente revistas. Agora, a partir de fevereiro de 2009 a L&PM publicará mais 19 livros desta grande escritora no formato pocket. Os dois primeiros livros a serem lançados são Poirot e o mistério da arca espanhola & outras histórias e O mistério do trem azul.


Poirot e o mistério da arca espanhola traz nove contos de Agatha Christie com histórias cheias de mistério, personagens enigmáticos e situações nunca antes vistas no melhor estilo da autora. Publicado nos Estados Unidos e na Inglaterra com o nome de The Harlequin Tea Set and Other Stories, na edição brasileira é o detetive belga Hercule Poirot a estrela do conto que dá nome ao livro.


Em O mistério do trem azul, Poirot se envolve na solução de um intrigante crime: uma jovem encantadora, filha de um milionário, é estrangulada com um pedaço de cordão preto em sua cabina em um luxuoso trem azul. A princípio, o assassinato parece ter sido obra de um ladrão comum. Mas o detetive não acredita nesta hipótese e descobre que, entre os amigos da vítima, está um criminoso conhecido como “O marquês”. Seguindo esta única pista, Poirot tem que desvendar a identidade do assassino antes que o trem chegue à sua última estação.
A escritora mais lida de todos os tempos tem ainda dez títulos publicados na Coleção L&PM Pocket: os romances É fácil matar, Mistério no Caribe, Nêmesis, A noite das bruxas, Um passe de mágica, Por que não pediram a Evans? e A teia da aranha, os livros de contos O misterioso Sr. Quin e Poirot sempre espera e outras histórias, e a coletânea de peças Testemunha da acusação.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Ana Carolina - Pequeno Burguês



O excelente blog do Mauro Ferreira (http://blogdomauroferreira.blogspot.com/) acabou de divulgar a seguinte nota sobre Ana Carolina:




Janeiro 28, 2009

Martinho faz duo com Ana para trilha de filme



Samba recente lançado por Martinho da Vila em 2008 no CD e DVD O Pequeno Burguês, Filosofia de Vida ganhou regravação de Ana Carolina com aval do compositor. O registro foi feito no estúdio da gravadora MZA Music para a trilha do documentário batizado com o nome do samba. O filme, que vai ser lançado ainda em 2009, conta a vida do compositor com a direção musical de Marco Mazzola - produtor dos últimos álbuns de Martinho da Vila.

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